Frei Damião: trombeta dos aflitos, martelo dos herejes

1970 / PB/Colorido / 16mm ampliado para 35mm
dirigido por: Paulo Gil Soares

Telecine

  • tamanho original do arquivo: 7.21 GB
  • bit rate: 51.87 Mbps
  • imagem: Apple ProRes 422 HQ, 720 × 486, 23.976 fps, 49.57 Mbps
  • som: 24-bit Integer stereo, 48 kHz, 2.30 Mbps

Equipe

  • roteiro e direção: Paulo Gil Soares
    produção: Thomaz Farkas
    fotografia: Affonso Beato
    câmeras adicionais: Thomaz Farkas e Lauro Escorel
    som direto: Sidnei Paiva Lopes
    música: Banda de Pífanos de Caruarú
    apresentação: Lênio Braga
    mixagem: Carlos de la Riva
    montagem: Geraldo Veloso
    assistente de montagem: Amauri Alves e Terezinha Muniz
    laboratório de imagem: Kodak e Rex/Líder
    laboratório de som: Rivaton e Riosom
    diretor de produção: Sergio Muniz
    produtor executivo: Edgardo Pallero

Sinopse

  • A visita desse frei, tido por muitos como um santo no interior do Nordeste, e suas prédicas e pontos de vista com relação a religiosidade popular.

Info

  • Memória do cangaço começou, lembrava Paulo Gil Soares, num encontro informal com Thomaz Farkas em 1964 num bar de Copacabana “numa avenida Atlântica do Rio ainda sem as reformas que levaram o mar para longe e alargaram a calçada” e apertada pelo clima da ditadura. “Uma semana depois ele aprovava o roteiro do meu primeiro filme pessoal e que terminou iniciando minha vida de cineasta e de carioca, abriu para mim os caminhos das profissionalização e terminou ganhando a única Gaivota de Ouro do Festival Internacional do Filme 1965”. Paulo Gil lembra ainda que em 1969 Farkas voltou a produzir documentários culturais “e lá fomos nós para o Nordeste realizar um ciclo fantástico de filmes que retratava a cultura da região”. Daí saíram Frei DamiãoJaramataiaO homem de couroErva BruxaA mão do HomemVaquejada, “um esforço de produção que nunca mais se repetiu e acredito ser difícil voltar a acontecer”.