Nossa escola de samba

1965 / 30' / PB / 16mm
dirigido por: Manuel Horácio Gimenez

Os filmes Memórias do Cangaço, Subterrâneos do Futebol, Nossa Escola de Samba e Viramundo, originalmente filmados em 16mm, foram ampliados para o formato 35mm e exibidos como um longa-metragem intitulado Brasil Verdade,  distribuído em 1966.

festivais & prêmios

–  Projeções dos filmes da série: “A condição brasileira” – XXIV Reunião anual da SBPC-Sociedade brasileira para o progresso da ciência. São Paulo, 02 a 08 de julho de 1972;

– “Menzione Speciale” – Festival Del popoli – VII Ressegna Internazionale Del Film Etnográfico e Sociológico – Florença, Itália – 07 a 13 de fevereiro de 1966.

Telecine

  • tamanho original do arquivo: 10.41 GB
  • bit rate: 51.65 Mbps
  • imagem: Apple ProRes 422 HQ, 720 × 486, 23.976 fps, 49.34 Mbps
  • som: 24-bit Integer stereo, 48 kHz, 2.30 Mbps

Equipe

  • direção: Manuel Horácio Gimenez
    produtor executivo: Edgardo Pallero
    produtor: Thomaz Farkas
    colaborador especial: Dejean Pellegrin
    texto baseado em declarações de: Antionia da Silva – sócio fundador da Escola de Samba Unidos de Vila Izabel
    narrador: Arlindo Maximiano dos Santos
    fotografia: Alberto Salvá Contel e Thomaz Farkas
    montagem: José Frade e Manuel Horácio Gimenez
    efeitos sonoros: Walter Goulart
    assistente de som: Raymundo da Silva Guimarães
    fotografia de cena: Dolly Pussi
    laboratórios: 16 (Rio de Janeiro), Rex Filmes (São Paulo) – edição e montagem Nobra Filmes – som por Rivaton

Sinopse

  • Um ano na vida de uma escola de samba, desde os primeiros ensaios até o desfile na avenida.

Info

  • “Estávamos em plena ditadura militar, fortalecida desde o Ato Institucional nº5, em dezembro de 1968. Era um tempo de opções radicais”, lembra Eduardo Escorel, “quando um pequeno grupo de documentaristas, apoiados por Thomaz Farkas, respondeu com o projeto de fazer conhecer o país”. Para Manuel Gimenez foi “uma experiência iluminada, redescobrir a própria realidade: o homem do interior expulso da terra para a cidade grande, o cangaceiro, o futebolista e o sambista na favela”. Thomaz formou um grupo e fez parte dele, como produtor e como fotógrafo, deu o exemplo de como tornar possível o sonho de cada um, não importa o momento em que se viva” acrescentou Maurice Capovilla. O projeto, iniciado em 1964, como ViramundoMemória do cangaçoSubterrâneos do futebol e Nossa escola de samba, ampliou-se em 1969: uma série de filmes sobre o Nordeste foi produzida por Thomaz Farkas. “Serei sempre devedor a ele e a Geraldo Sarno pela oportunidade de dirigir meu primeiro documentário solo, Visão de Juazeiro”, conclui Eduardo Escorel.