Viramundo

1965 / 40' / PB / 16mm
dirigido por: Geraldo Sarno

festivais & prêmios

– “Menção Honrosa” –  Governador do Estado  – São Paulo 1965;
– “Menção Honrosa“- I Semana do Cinema Brasileiro promovida pela prefeitura do Distrito Federal, Secretaria de Educação e Cultura, Fundação Cultural do Distrito Federal – Brasília, DF – 15 a 22 de novembro de 1965;
– “Melhor documentário” – I Festival de Cinema Independente da América – Montevidéu – Uruguai – 1965;
– “Voto de Júbilo e Congratulações” recebidos na Câmara Municipal de São Paulo (requerimento nº 621/65) em sessão de 18 de outubro de 1965, pela realização de Viramundo e Subterrâneos do Futebol, documentários cinematográficos, como “Valiosas ajudas ao estuda da psicologia do povo paulistano”) proposta dos Vereadores Odon Pereira e Manoel Figueiredo Ferraz);
– “Grande Prêmio“- IV Festival Internacional Évian – França – 1966;
– “Prêmio Simone Dubreilh“- Manheim – Alemanha – 1966;
– “Melhor documentário” – II Festival Internacional de Cinema – Viña del Mar – Chile – 1967;
– Participou, como Convidado do Governo da Venezuela, do “I Encontro Latino-Americano de Cinema Documentário”- Merida, Venezuela – 1968.

Telecine

  • tamanho original do arquivo: 13.88 GB
  • bit rate: 52.99 Mbps
  • imagem: Apple ProRes 422 HQ, 720 × 486, 23.976 fps, 50.68 Mbps
  • som: 24-bit Integer stereo, 48 kHz, 2.30 Mbps

Equipe

  • direção: Geraldo Sarno
    assistente de direção: Júlio Calasso e Ursula Weis
    produção: Thomaz Farkas
    fotografia: Thomaz Farkas e Armando Barreto
    assistente de câmera: Antonio Mateus
    música: Caetano Veloso
    letra: José Carlos Capinam
    intérprete: Gilberto Gil
    montagem: Sylvio Renoldi
    colaboração: Roberto Santos
    som direto: Sérgio Muniz, Edgardo Pallero, Maurice Capovilla, Vladmir Herzog
    laboratório: Rex Filmes
    som: Rivaton
    diretor de produção: Sérgio Muniz
    Produtor executivo: Edgardo Pallero

Sinopse

  • A saga dos trabalhadores de origem rural nordestina ao chegarem ao grande centro industrial do país.

Info

  • A década de 1960 foi marcada ainda pela preocupação de “fundar e consolidar uma linguagem documentária na cinematografia brasileira”, preocupação presente em Viramundo, Viva Cariri! e Eu carrego um sertão dentro de mim.  Sarno resume este processo criativo num ensaio do final da década de 1970. Diz que “o que um documentário documenta com veracidade é minha maneira de documentar”, é “sua peculiar maneira de reagir às situações e questões concretas que surgem durante a realização” para “liberar a subjetividade e assimilar a invasão inesperada do real”. e conclui que quando isto ocorre o realizador é o primeiro a colher os resultados “com a ampliação de seu espaço interior imagístico”.

    Os filmes Memórias do Cangaço, Subterrâneos do Futebol, Nossa Escola de Samba e Viramundo, originalmente filmados em 16mm, foram ampliados para o formato 35mm e exibidos como um longa-metragem intitulado Brasil Verdade,  distribuído em 1966.